Livro_Pensando_a_vida

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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

A multiplicação dos pães - Seja um cooperador de Jesus.



Muitas vezes olhamos para a demanda diante de nós e julgamos que o que temos não é o suficiente. Então consumimos o nosso pouco com a nossa própria vida, o egoismo toma conta de nós.

Devemos disponibilizar o nosso pouco para que o Senhor use do jeito dEle para atender a demanda do mundo que necessita. Seja um cooperador de Jesus.

JM

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Naim, o encontro de duas multidões.




Naim, o encontro de duas multidões.
Lucas 7.1-11

1. Jesus nunca Chega atrasado, pode confiar.
2. Deus é misericordioso, Experimente a Sua compaixão.
3. O testemunho do seu milagre vai ser motivo de louvor a Deus de muitos.


Confie, experimente e testemunhe.

JM

Hoje pode ser o seu dia, Jesus pode ser o seu 'alguém'.

“Há em Jerusalém, perto da porta das Ovelhas, um tanque que, em aramaico, é chamado Betesda, tendo cinco entradas em volta.
Ali costumava ficar grande número de pessoas doentes e inválidas: cegos, mancos e paralíticos. Eles esperavam um movimento nas águas.
De vez em quando descia um anjo do Senhor e agitava as águas. O primeiro que entrasse no tanque, depois de agitada as águas, era curado de qualquer doença que tivesse.
Um dos que estavam ali era paralítico fazia trinta e oito anos.”
João 5:2-5

O Tanque de Betesda, um lugar miserável, cheio de gente doente, na verdade havia ali uma multidão de pessoas com toda sorte de enfermidades. Com certeza você não iria gostar de passar por lá. Havia naquele lugar uma lenda, que um anjo vinha de vez em quando e agitava a água, o primeiro que entrasse na água agitada, dizia a velha lenda, era curado.

O império romano se aproveitou da tal lenda do anjo e construiu uma varanda bem grande para que os doentes se acomodassem uma jogada política. Os doentes ricos mantinham seus escravos por perto, atentos a qualquer movimento no tanque, pois não poderia perder a oportunidade. Algum tinha familiares que se revezavam perto do doente esperando o movimento das águas.

No dia em que Jesus passou por lá Ele encontrou um homem que vivia ali há 38 anos. Não tinha escravos, não tinha familiares, não tinha alguém ali que fosse por ele. Em Betesda era cada um por si. Quando Jesus surge naquele cenário de sofrimento ele vai ao encontro do que não tinha ninguém por ele. Há trinta e oito anos vivendo uma ilusão, uma promessa que nunca se cumpria, uma esperança que sempre era adiada, fazendo dele assim um doente da alma também, pois  a esperança que se adia faz adoecer o coração.
Quantos estavam ali nesta mesma situação? Doente do corpo e da alma. O homem em questão não tinha alguém que o ajudasse, mas Jesus apareceu e foi para ele o alguém que sempre lhe faltou.

Quando pensamos que estamos sozinhos em uma luta estamos enganados, Jesus é o alguém daquele que vive só. Ele vê o sofrimento e vem socorrer. É interessante que Jesus não moveu as águas, Ele não tem compromissos com lendas, mas sim com pessoas. Ele curou aquele pobre homem de uma só vez. No Reino de Deus não tem fila, no tanque se dizia que o primeiro a entrar na água agitada era curado, no Reino de Deus não é assim.

Jesus pode ser o seu alguém. Você pode estar passando um momento em que se sente só, pode ficar tranquilo, Ele vai encontrar você, mesmo que esteja no meio de uma multidão, Jesus encontrou aquele homem, e certamente encontrará você.

Creia nisto: Jesus é o seu alguém e hoje pode ser o seu dia.


JM

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A multiplicação dos pães e a nossa responsabilidade

“Levantando os olhos e vendo uma grande multidão que se aproximava, Jesus disse a Filipe: "Onde compraremos pão para esse povo comer? "
Fez essa pergunta apenas para pô-lo à prova, pois já tinha em mente o que ia fazer.
Filipe lhe respondeu: "Duzentos denários não comprariam pão suficiente para que cada um recebesse um pedaço! "
Outro discípulo, André, irmão de Simão Pedro, tomou a palavra:
"Aqui está um rapaz com cinco pães de cevada e dois peixinhos, mas o que é isto para tanta gente?”
  João 6:5-9

Aonde Jesus ia uma multidão o seguia, crianças, velhos, jovens, homens e mulheres.  Isso gerava em Jesus certa responsabilidade, pois aquelas pessoas só estavam ali por causa dele. Olhando para a multidão o Senhor Jesus lança um desafio aos doze: resolvam vocês este problema. Não é algo simples, mais de 5000 pessoas famintas, não poderiam continuar assim. O desafio assustou Felipe, que tenta colocar em valores tal quantidade de pão, ele faz a conta e vê que é uma coisa muito difícil, na verdade naquele momento era impossível.

André descobre ali por perto um garoto com sua lancheira, mas diante da multidão é algo praticamente insignificante, mesmo assim leva ao Mestre.  O Senhor olha aquela porção tão pequena, mas vê nela uma multidão alimentada.

Muitas vezes olhamos para o nosso potencial diante da demanda e pensamos: isso é muito pouco, não dá para nada. Aí consumimos todo o nosso potencial em nós mesmos. A porção pode ser insignificante aos seus olhos, mas se você disponibiliza para o uso de Jesus Ele pode fazer um milagre e a sua pequena porção vai ser mais do suficiente para alimentar a multidão faminta. Deus quer usar a sua vida, os seus talentos e recursos, mas para isso você precisa entregar tudo nas mãos dEle. O desafio é gigante, mas como Jesus disse aos seus discípulos  para fazerem alguma coisa Ele diz para cada um de nós também.  

Será que você tem algo que se entregue nas mãos de Jesus pode mudar a situação de muitas pessoas?

O que você que pensa que é pouco hoje pode ser aquilo que o Senhor precisa para fazer um grande milagre.


JM

terça-feira, 26 de novembro de 2013

O contentamento é o segredo da verdadeira felicidade.

“Não estou dizendo isso porque esteja necessitado, pois aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância.
Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade.

Tudo posso naquele que me fortalece.”  Filipenses 4:11-13


O apostolo Paulo disse aos crentes de Filipos: “... Aprendi ...” o contentamento não é nato, por isso é preciso aprender. No ultimo feriado eu fui a uma praia aqui da minha cidade com minha  família e um casal de amigos. Depois de almoçarmos uma gostosa moqueca  e tomar um sorvetinho fomo dar um passeio pela orla, levamos para a minha filha o seu triciclo, que ela gosta muito.
Ao longo da caminhada fomos encontrando outras crianças com os seus brinquedos também passeando. O que aconteceu? A  minha filha chorava e queria deixar o brinquedo dela toda vez que via o brinquedo de outra criança.

Eu comentei com os que estavam comigo que nós continuamos com o comportamento igual o da minha filha, a diferença é que os adultos sabem se controlar. Muitas vezes quando estamos em nosso carro, casa, moto, igreja, escola, emprego e olhamos o do outro pensamos que seríamos muito mais felizes se o dele fosse nosso.

Alguém já disse que a grama do vizinho é sempre mais verdinha, o apostolo Paulo quando diz que aprendeu estar contente não é igual estar feliz (no sentido do mundo), mas sim ser grato por aquilo que tem naquele momento.

Precisamos aprender a estar contentes, pois o contentamento é o segredo da verdadeira felicidade. Não nascemos com este sentimento, muito pelo contrário, somos cobiçosos por natureza, precisamos aprender a viver de outra forma. Mortificar a cobiça, a inveja, a ingratidão que vive dentro de nós.

Meu querido irmão, para dizer: “Tudo posso naquele que me fortalece” é preciso dizer antes: “Eu aprendi...”

Você quer ser verdadeiramente feliz?


JM

sábado, 23 de novembro de 2013

As bodas de Caná




Uma breve reflexão em João 2.1-11,as bodas de Caná


1.Convide Jesus para estar na sua vida.

2.Leve os seus problemas à pessoa certa, fale com Jesus.

3.Obedeça sempre a Jesus, Ele tem sempre razão.

Seja cheio do Espírito Santo!


JM

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Um toque em Jesus

“E estava ali certa mulher que havia doze anos vinha sofrendo de uma hemorragia e gastara tudo o que tinha com os médicos; mas ninguém pudera curá-la.
Ela chegou por trás dele, tocou na borda de seu manto, e imediatamente cessou sua hemorragia. Lucas 8:43-44

Havia uma mulher que  já fazia muito tempo que vinha sofrendo, para ser exato doze anos. A bíblia diz que já tinha feito tudo que podia, gastou tudo o que tinha com a medicina, mas todo seu esforço foi em vão. De que essa mulher sofria?

O texto diz que ela padecia de um fluxo de sangue, além dos danos ao seu corpo, como anemia entre outros, ela ainda sofria com a cultura judaica, que considerava impura toda mulher em seu período menstrual. A mulher ficava Isolada até que se cumprissem seus dias. Imagine uma mulher “menstruada” a doze anos? Tudo o que sofreu? A solidão? O peso de sua religião?

Um dia ela ouviu fala de Jesus, isso faz muita diferença. Ela colocou em seu coração que se apenas tocasse na orla do manto do Senhor ele ficaria curada. Ela enfrentou uma multidão em transito, suas limitações físicas, suas limitações culturais e religiosas e assim se arrastou no meio da multidão até que consegue tocar na orla do manto de Jesus. Que vitória!

Quando ela o toca o poder é liberado, ela fica curada. O Senhor Jesus pára a multidão, chama seus discípulos e pergunta quem o tocou, Pedro acha aquela pergunta impertinente, pois Jesus está cercado por uma multidão, que o aperta. Mas Ele diz que sentiu um toque diferente, um toque que liberou poder. O Senhor sabe quando o tocamos pela fé. Ele manda chamar aquela mulher, e declara que a fé dela a curou.

Eu  penso que se ela não tivesse conseguido encostar fisicamente no manto de Jesus ela teria sido curada do mesmo jeito. Em seu coração ela já havia tocado. Jesus não disse que foi o esforço, o toque ou as lutas que a curaram, Ele disse que foi a fé dela.

Você já ouviu falar de Jesus?

Eu não sei a luta que você está passando hoje, mas eu desafio a você a se levantar de onde está e ir em direção a Jesus. Não limites para aquele que crê. Enfrente suas limitações, sejam quais forem e toque em Jesus, pela fé. 
Tudo é possível ao que crê.

JM


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Meu limão, meu limoeiro...Natureza transformada

“Se alguns ramos foram cortados, e você, sendo oliveira brava, foi enxertado entre os outros e agora participa da seiva que vem da raiz da oliveira,” Romanos 11:17

Ontem eu fui passear com minha família e mais um casal de amigos numa das praias aqui da minha cidade. Depois de almoçarmos e tomar um delicioso sorvete olhando o mar no fim da tarde nos levantamos e fomos dar uma caminhada pelo calçadão. Levamos o pequeno triciclo da minha filha para ela brincar um pouco e aproveitar mais o passeio. Durante a caminhada encontramos muitas crianças, uma mais linda que a outra, e cada uma com o seu brinquedo, uma com carrinho, outra com bicicletinha, outras ainda com o triciclo.

 Bem, eu observei o comportamento da minha pequena filha, e vi que toda vez que ela via um brinquedo diferente do seu ela o queria para ela, não quis nem mais ficar no seu, mas queria os das outras crianças. Eu percebi que desde bem pequenos temos uma tendência a não estar satisfeitos com aquilo que temos. A diferença entre a criança e nós adultos é que a criança ainda não sabe se conter, ela grita, chora, faz pirraça, tentar tomar o brinquedo da outra, mas nós adultos somos mais contidos, porém a nossa falta de contentamento é a mesma.  Eu estou aprendendo cuidando da minha filha que algumas coisas em nosso caráter nascem conosco, é por isso que a bíblia diz em Provérbios 22.15 que a estultícia está no coração da criança. Existem coisas que são inerentes à nossa natureza.

Quando olhamos uma mudinha daquela que tem um cheirinho bom, ali no cantinho dificilmente sabemos dizer se é limão ou mesmo se é laranja ou outra fruta cítrica qualquer, não dá para saber ainda.  Mas o tempo vai passando, você deixa aquela pequena muda ali, ela cresce e começa a produzir seus frutos, você olha prova dele e descobre que é um limoeiro. O que um limoeiro produz? Limão, cada arvore reproduz segundo a sua espécie, não é verdade? Será que tem jeito de fazer com que o limoeiro deixe de produzir limão e passe a produzir outro tipo de fruto? Tem, mas é preciso mexer na natureza do limoeiro, é feito um corte na base dele é colocado nele um raminho (bulbo) de outra espécie, daí para frente os dois se fundem e se tornam um. O antigo limoeiro passa a ser outra planta, como por exemplo, a doce tangerina, pronto, o limoeiro passou a  produzir outro tipo de fruto.

Quando olhamos a criança a achamos linda, é de fato é mesmo, não peca ainda, mas logo que tiver oportunidade ela vai fazer o que? Pecar está nela, por isso ela precisa ser ensinada no caminho do Senhor e se converter. A nossa natureza precisa ser modificada, a nossa tendência natural é para o pecado, mas se formos transformados por Jesus podemos começar a produzir outro tipo de fruto, o Fruto do Espírito Fomos enxertados em Jesus, a oliveira verdadeira, Paulo disse isso, então a nossa natureza foi transformada, nascemos de novo!

Se o enxerto não for bem cuidado ele pode de um lado produzir limão e do outro a nova fruta, é necessário ir podando aqueles ramos do antigo limoeiro, pois por muito tempo àquela tendência para produzir limões vai continuar incomodando. Isso me ensina sobre o discipulado e sobre a vida com Deus, é um relacionamento diário, pois a nossa tendência a produzir “limões” está presente dentro de nós, mas se lutarmos diariamente contra ela, os frutos serão outros.

Que o Senhor transforme a nossa natureza!


JM

As talhas de pedra


“Ali perto havia seis potes de pedra, do tipo usado pelos judeus para as purificações cerimoniais; em cada pote cabia entre oitenta a cento e vinte litros.

Disse Jesus aos serviçais: "Encham os potes com água". E os encheram até à borda.”
João 2:6-7

Quando lemos o capítulo dois do evangelho de João destacamos sempre a transformação da água em vinho, que de fato é uma coisa extraordinária. Mas precisamos atentar para um detalhe neste texto, que é muito importante. As vasilhas onde Jesus mandou que a água fosse colocada, as talhas para purificação cerimonial.

Estas peças ficavam localizadas na entrada do local de refeições, de modo que todas as vezes que alguém fosse comer alguma coisa se dirigia a elas e lavava as mãos, muitos no meio de uma refeição lavava as mãos três vezes. Isso para eles simbolizava a purificação da alma e não apenas das mãos.

Bem, na ocasião do casamento as talhas de purificação estavam vazias, elas representavam no casamento a religiosidade dos noivos e de suas famílias. Figuram para nós a religião judaica nos tempos de Jesus, completamente vazia.  Muitos vivem assim, com uma religiosidade tremenda, mas totalmente vazias, sem conteúdo. Para muitos a vida com Deus se resume em rituais, métodos, mandamentos, líderes, endereços, mas a vida espiritual dessas pessoas está como as talhas do casamento, vazias.

Jesus surge na história da religião judaica e também na nossa história para nos mostrar como estamos de verdade. O nosso estado real diante de Deus. Jesus manda que as talhas sejam cheias novamente, não para uma purificação cerimonial, não desta vez. Ele transforma aquela água me vinho. O vinho é um símbolo de vida, de alegria, de uma aliança, não serve mais para a purificação simbólica, mas uma purificação profunda na alma daqueles que o experimentam.

Com a transformação da água em vinho Jesus está nos ensinando que a vida é muito mais importante do que a religião, pois quem entrava na festa não tinha mais água para se lavar, então fazia o que? Entrava na festa assim mesmo e festejava, tomava do vinho que estava onde antes nem água havia mais para lavar as mãos.

Precisamos de um milagre de transformação, precisamos ser cheios do Espírito Santo, e recebermos em nós a Vida de Deus!

Como anda a sua vida diante do Senhor? Sua vida está como as talhas de pedra, vazia?

JM

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Uma visão correta de Deus, de si mesmo e do mundo




terça-feira, 19 de novembro de 2013

Dorcas





Não deixe o medo paralisar você.

“Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: Tende bom ânimo, sou eu, não temais.” Mateus 14: 27

Já ouvi alguém dizer que o oposto da fé não é a dúvida, mas o medo.
Duvidas fazem parte da nossa caminhada de fé, na maior parte do tempo não nos impedem de seguir em frente, já o medo nos paralisa, sentindo medo não conseguimos prosseguir, foi  isso que aconteceu com Pedro enquanto seguia andando sobre as águas na direção de Jesus.

Jesus já tinha falado aos doze: “...sou eu, não temais”. No entanto Pedro ao olhar para as circunstancias deu lugar ao medo em seu coração. O que aconteceu com o Pedro que com tanta ousadia e fé desceu do barco? O medo o fez naufragar em sua experiência de fé. Ele parou no momento em que o medo entrou no lugar da fé.

Não deixe o medo paralisar você. Eu sei que os desafios são grandes e muitos parecem que vão nos consumir. Mesmo assim não dê lugar ao medo, tenha fé, continue caminhando. Se Jesus chamou você creia, Ele está bem ali, depois daquela grande onda, atrás daquela assustadora rajada de vento. 

Jesus chamou a você não desista. Não pare de caminhar.

JM

sábado, 16 de novembro de 2013

A vida não é simples.

A vida não é simples, como já disse o poeta, navegar é preciso,  viver não é preciso. O sentido aqui é de precisão, para navegar existem mapas, cartas náuticas que levam o navegador ao seu destino. Viver não é assim, muitas vezes imaginamos que tudo vai sair de um jeito, a vida vem e nos prega uma peça, tenho que concordar com o poeta, viver de fato não é preciso. Quantos já foram surpreendidos pela vida?


O sábio Salomão disse algo muito semelhante ao que o poeta no seu livro de Eclesiastes, veja: Percebi ainda outra coisa debaixo do sol: Os velozes nem sempre vencem a corrida; os fortes nem sempre triunfam na guerra; os sábios nem sempre têm comida; os prudentes nem sempre são ricos; os instruídos nem sempre têm prestígio; pois o tempo e o acaso afetam a todos.” Eclesiastes 9:11

Você já percebeu que em sua caminhada existem coisas que não se encaixam? Você olha e diz: Não deveria ser assim! Mas tudo acontece à revelia do que você sonha ou planeja, que sofrimento!
Eu vejo que só a um remédio para sofrermos menos ao nos depararmos com este tipo de angustia, a da falta total de controle, depender e confiar em Jesus. Um dia Herodes mandou que Jesus falasse com Ele, pois em sua mente ele tina o poder de mandar prender ou mandar soltar, ou seja, tinha o controle de tudo, Jesus disse a ele que se do céu não lhe fosse dado o poder de estar ali ele não estaria, no fundo Jesus está dizendo que o controle da sua vida não estava em mão humana, mas nas mãos de Deus.

Para viver não existem mapas, mas a Palavra de Deus pode nos ajudar a chegar ao destino que o Senhor tem para nós, a Presença dEle.

Entregue os seus cuidados a Jesus, só assim você não vai se sentir nas mãos do tempo e do acaso.


Um abraço, JM

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Medo de se arriscar

“Mas Jesus imediatamente lhes disse: "Coragem! Sou eu. Não tenham medo! "
"Senhor", disse Pedro, "se és tu, manda-me ir ao teu encontro por sobre as águas".
"Venha", respondeu ele. Então Pedro saiu do barco, andou sobre a água e foi na direção de Jesus.
Mas, quando reparou no vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: "Senhor, salva-me!"
Imediatamente Jesus estendeu a mão e o segurou. E disse: "Homem de pequena fé, porque você duvidou? "
Quando entraram no barco, o vento cessou.
Então os que estavam no barco o adoraram, dizendo: "Verdadeiramente tu és o Filho de Deus". 
Mateus 14:27-33

Muitos têm medo de se arriscar, mas quem não se arrisca não cresce. Fico olhando a minha pequena filha, de um ano de idade, quantas coisas ela já teve que enfrentar até aqui para se desenvolver, para crescer. Quantas quedas até aprender a se equilibrar? E para começar a andar? Meu Deus! São tantas coisas, nós que somos pais ficamos como se diz por aí, de cabelo em pé. A vida é correr riscos, que vive só buscando um lugar seguro nunca vai muito longe. A vida de fé também é assim, precisamos não ter medo, e nos oferecer a chance de crescermos e nos desenvolvermos na fé.

Pedro foi um homem que muitas vezes errou, mas nunca deixou se amedrontar, nunca parou de se arriscar pela fé. Ele nos ensina muitas coisas, eu amo ler e pensar sobre as experiências deste homem, que pode muito bem nos representar.

Quando Pedro estava naquele tumultuado barco, só ele foi capaz de ouvir, reconhecer e obedecer a voz de Jesus. Ele desceu do barco desafiado pela sua fé, pisou naquela água revolta como se fosse uma estrada pavimentada, mas em determinado momento ele se deparou com a sua natureza. Olhou ao seu redor e percebeu que o ‘seu’ lugar não era ali. Ele estava caminhando sobre as águas, fazendo o mesmo que Jesus estava fazendo, contrariando a própria natureza, e isso é um milagre de verdade.

O texto diz que quando ele reparou na força do vento, e quando isso aconteceu ele afundou. Quantas vezes as circunstâncias fazem que nos afundemos em nossa caminhada de fé. Muitos de nós já experimentamos coisas maravilhosas da parte de Deus, coisas que podemos dizer, são milagres. Mas quando olhamos para nossa realidade, nossa natureza, dizemos: “ Isso não é para mim, não sei o que estou fazendo aqui.” Quando isso acontece começamos a afundar.

Mas saiba de uma coisa, só afunda quem teve coragem de se arriscar, só quem desce do barco respondendo a fé do seu coração é que passa por esta experiência. Pedro afundou, mas não hesitou em pedir ajuda a Jesus, ele estendeu a mão. È interessante que Pedro era um homem do mar, mas não tentou usar suas próprias experiências quando estava afundando, ele pediu a Jesus que o socorresse. Dependência completa.

Meu querido irmão, quantas vezes você já naufragou na fé? Já saiu do seu lugar seguro e depois de estar vivendo algo pela fé caiu, afundou? Só aconteceu isso com você porque você foi, no barco havia doze homens, todos conheciam a Jesus, onze não afundaram, mas também não andaram sobre as águas. Pedro chegou ao barco andando com Jesus sobre as águas, quando eles adoraram a Jesus tinha um ali que havia experimentado algo especial, o Milagre.

Que possamos ousar a responder a fé do nosso coração sem medo de ariscar. Precisamos confiar na voz daquele que nos chamou. Todos do barco poderiam ter ido até Jesus caminhando, Pedro não era especial, mas só ele foi ousado e creu.

Deus tem algo especial para aquele que ousa confiar. Um genuíno MILAGRE.


JM

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Experiência pessoal com Deus na tempestade

“Imediatamente Jesus estendeu a mão e o segurou. E disse: "Homem de pequena fé, porque você duvidou? "
Quando entraram no barco, o vento cessou.
Então os que estavam no barco o adoraram, dizendo: "Verdadeiramente tu és o Filho de Deus".

Mateus 14:31-33

Na noite em que os discípulos passaram o maior aperto no lago de Genasaré, quando uma tempestade os fustigou com severidade, todos estavam na mesma situação.  Viram o poder de Jesus sobre as forças da natureza, e ainda mais, O viram caminhando sobre as águas.

Todos tinham uma lembrança de Moisés e o povo hebreu passando pelo mar vermelho, mas estava diante dele aquele que é maior que Moisés, que não abriu o lago, mas sim andou sobre as águas.

Todos os tripulantes da pequena embarcação puderam adorar aquele que os havia surpreendido em força e poder.  Mas entre eles havia um que tinha uma experiência diferente, Pedro, ele desceu do barco no momento em que para todos ali não era a coisa certa a se fazer, mas ele pela fé desceu e provou algo especial, andou sobre as águas também.  O testemunho de Pedro tinha um diferencial, o da experiência que foi só dele.

Como precisamos de uma experiência de fé pessoal para marcar a nossa vida. O grupo todo estava prostrado adorando, mas a adoração de Pedro era diferente, pois só ele tinha estado com Jesus sobre as águas. O testemunho de Pedro não era baseado na experiência de terceiros, mas era algo dele com Jesus.

Eu quero ter uma experiência pessoal com Jesus, e uma experiência assim só a fé pode proporcionar. Que você possa também buscar de Deus uma experiência com Ele.

JM

Ouvindo e discernindo a voz de Jesus

“Mas Jesus imediatamente lhes disse: "Coragem! Sou eu. Não tenham medo! "
"Senhor", disse Pedro, "se és tu, manda-me ir ao teu encontro por sobre as águas".
"Venha", respondeu ele. Então Pedro saiu do barco, andou sobre a água e foi na direção de Jesus.

Mateus 14:27-29

Se tem uma coisa que precisamos aprender nos dias de hoje essa coisa é discernir a voz de Deus. Vivemos em um tempo em que existem muitas vozes ao mesmo tempo, que chegam muitas vezes a nos impedir de ouvir e reconhecer a voz de Jesus.

No episódio da travessia do mar da Galileia ouve um grande tumulto dentro do pequeno barco. Eram doze tripulantes, onzes deles eram pescadores, mas o desespero ultrapassou a experiência de cada um. Mas entre os gritos, medo e confusão, um foi corajoso, Pedro, que ficou desconfiado que pudesse ser o Senhor Jesus aquele que estava sendo confundido por todos com um fantasma.

Jesus havia dito: “ Coragem, sou eu, não temas.”Ele ouviu e foi ousado, disse: “Se és tu ...”  ele discerniu a voz de Jesus no meio de toda aquela confusão, foi ousado na fé, fez um pedido: “ ... manda-me ir ter contigo por sobre as águas”.  

Jesus chamou a Pedro, e ele respondeu ao convite, foi. Deixou o único lugar seguro naquele momento, o barco. A coisa não estava boa para ninguém, mas quem estava dentro do barco estava gozando de certa segurança.

Pedro decidiu deixar a segurança que o barco lhe oferecia e foi viver uma experiência de fé tremenda. Desceu do barco, andou sobre as águas! Somente ele discerniu a voz de Jesus e teve uma experiência com Ele.

Precisamos discernir a voz de Jesus em nosso tempo. Eu sei que não é uma tarefa fácil, também não foi para Pedro, que no meio de um grande tumulto ouviu e discerniu.  Depois de ouvir e discernir o próximo passo é obedecer, a obediência vai nos levar a uma experiência profunda com o Senhor.

Que possamos ouvir, discernir e obedecer a voz de Deus em nosso tempo.


JM

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Valores perdidos dentro de casa


"Ou, qual é a mulher que, possuindo dez dracmas e, perdendo uma delas, não acende uma candeia, varre a casa e procura atentamente, até encontrá-la?
E quando a encontra, reúne suas amigas e vizinhas e diz: ‘Alegrem-se comigo, pois encontrei minha moeda perdida’."

Jesus contou uma história de uma mulher que perdeu um determinado valor dentro de casa, uma moeda. Ela ficou desesperada, pois aquela moeda valia muito para ela. Alguns dizem que era um símbolo de compromisso com o seu noivo, ele ia viajar, deixava com a noiva um determinado valor sob sua responsabilidade, quando voltava ele conferia aquele valor. Se tudo estivesse certinho ele se casava com ela, mas se acontecesse ao contrário a deixava, pois não era uma noiva fiel.


Deu para entender o desespero dela por uma moeda? Aquilo era algo que simbolizava algo maior, que apontava para uma realidade muito mais preciosa. Olhando de fora era só uma moeda, mas para ela era algo muito especial e de um valor muito superior.

Muitos valores que perdemos dentro de nossas casas são assim também, símbolos de realidades muito mais preciosas e maiores. Mas será que temos atribuído este valor ao que se tem perdido? Será que o valor perdido é algo especial para nós?

Precisamos refletir, o afinco da nossa procura vai ser do tamanho do apreço que damos.

O que você tem perdido dentro de sua casa?


JM

Parece que Ele me esqueceu na tempestade...


“Logo em seguida, Jesus insistiu com os discípulos para que entrassem no barco e fossem adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia a multidão.
Tendo despedido a multidão, subiu sozinho a um monte para orar. Ao anoitecer, ele estava ali sozinho, mas o barco já estava a considerável distância da terra, fustigado pelas ondas, porque o vento soprava contra ele.
Alta madrugada, Jesus dirigiu-se a eles, andando sobre o mar.
Quando o viram andando sobre o mar, ficaram aterrorizados e disseram: "É um fantasma! " E gritaram de medo.”


Nesta ocasião Jesus mandou  que os seus discípulos fossem para o outro lado do Mar da Galileia, que na verdade é um grande lago de água doce, ele mede 10 x 23 quilômetros. Não era uma viagem longa, mas a previsão do tempo estava marcando chuva forte para aquela região. Jesus ficou orando.  Apesar de curta a viagem não foi fácil, pois a previsão do tempo dificilmente errava, então a tempestade começou a cair, que desespero! E Jesus? Estava ornado em algum lugar.  O Senhor os havia enviado, eles obedeceram e encaram talvez a pior tempestade de suas vidas, que tribulação!

Muitas vezes quando escolhemos obedecer ao Senhor as coisas se complicam, tempestades se levantam, e parece mesmo que o nosso barquinho vai sucumbir. Perguntamos: Onde está Jesus? Por que me mandou vir se não estaria comigo? Será que estou em pecado para passar por uma tempestade dessas? Muitas coisas nos vêm à mente, e em certos momentos chegamos a ficar confundidos, os discípulos confundiram Jesus com um fantasma, pois se dizia naquela época, que no Lago onde estavam em noites de tempestade, um fantasma aparecia para virar as embarcações. Vê se pode, acreditaram naquela velha lenda!

Quantas vezes nós também já acreditamos em lendas quando estávamos passando por tribulação? Não importa o que você está vivendo, se você está em obediência a Jesus, mesmo que pareça ser muito tarde, que Ele demorou muito, confie em Jesus Ele nunca chega tarde demais.

Quando eles menos esperavam Ele surgiu, na hora mais escura da noite, entre 3 e 6 da manhã, Ele foi caminhando sobre as águas. Clame a Jesus em meio à tempestade, Ele não está longe de ti! Ele ouve o seu clamor! Quando Ele chega ao barco o quadro muda completamente, todos ficam espantados com o Seu poder sobre a natureza. Jesus é poderoso para transformar qualquer situação, creia que Ele não abandonou você no meio de uma tempestade!

Hoje pode estar sendo a pior tempestade de sua vida, não se preocupe, Jesus está a caminho! Em Naum 1.3 está escrito que Ele tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, por isso fique tranquilo, Ele vai aparecer e mudar tudo.

Eu quero confiar em Jesus na tempestade, confie você também! Ele não se esqueceu de nós!

JM




sábado, 9 de novembro de 2013

Um lugar à mesa do rei, você não é um cão morto.

"Mefibosete prostrou-se e disse: "Quem é o teu servo, para que te preocupes com um cão morto como eu? " 2 Samuel 9:8

Um cão morto! É assim que Mefibosete estava se sentindo. A história do dono deste nome estranho é muito triste. Ele era filho de Jônatas  neto do rei Saul, mas com a morte de seu pai e de seu avô tudo ficou muito difícil. No momento em que a sua ama recebe a notícia das mortes, consequentemente o fim do reinado de Saul, ela sai desesperada e deixa o menino Mefibosete cair. Do palácio para Lo-debar (sem pasto,terra seca  ) ele passou a viver nesta terra, de favor. Que mudança na vida! De membro da família real a coxo. Que vida triste o jovem Mefibosete vivia. O seu sentimento era mesmo de que ele não valia mais que um cão morto.

O que ele não sabia era que havia uma aliança entre o rei Davi e seu pai. Havia compromisso entre os dois, eram grandes amigos. Os anos se passaram o rei Davi se lembrou desta aliança e foi em busca daquele que estava debaixo do tal compromisso. 

O rei descobre o filho de Jonatas, seu amigo do peito, através de um serviço de informações. Ordena que seus servos vão ao seu encontro e o tragam para viver no palácio, para sentar-se à sua mesa, como um filho, lhe restitui todos os bens que pertenciam ao seu avô e ao seu pai. 

Que final maravilhoso não é?

Muitas vezes a vida nos prega peças acontece coisas que de uma hora para outra tudo muda. Sonhos são interrompidos por tempo indeterminado. Às vezes nem é por culpa nossa, como no caso do Mefibosete, somos envolvidos por terceiros, mas não é por isso que deixamos de ser afetados. Tudo que estava direitinho, programado,  desmorona diante de nós como um castelo de areia. O que fazer? Só nos resta fazer as malas e partir para Lo-debar.

Muitos estão vivendo já faz muito tempo em uma Lo-debar espiritual, sentindo-se um cão morto. Tem gente que passa tanto tempo lá que Lo-debar passa fazer parte dele, de forma que tira-lo de lá é fácil, difícil é tirar Lo-debar de dentro dele.

Se você é um que está vivendo assim, eu tenho uma novidade para você, existe uma promessa, uma aliança que diz que tem um lugar para você como de filho na mesa do Rei dos reis. 

O Senhor já enviou seu Filho Jesus para tirar você de Lo-debar, e tirar Lo-debar de dentro de você.

Chega de vida de cão morto. Deus tem um lugar especial para você e para mim, em Sua mesa.

JM


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Naim, um lugar de vida

"E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores." Lucas 7:13


Este pequeno texto narra a história de uma viúva da cidade de Naim. Uma situação extremamente triste, pois além de ser uma viúva, posição não privilegiada naquela cultura, agora estava ali caminhando para o sepultamento de seu único filho. Era como o fim da sua história, pois a sua família agora se resumi a ela, uma velha, viúva e sem filhos.

O que quero destacar é o nome da pequena cidade, Naim, que é um nome hebraico que significa agradável, doce, mas até aquele momento em que o jovem estava no caixão não fazia sentido tal nome. Uma multidão chorava com uma mulher sem esperança de futuro. Fim da linha!

Algo aconteceu que mudou tudo, o encontro com outra multidão, que não chorava, mas se alegrava, era a multidão dos que seguiam a Jesus. De repente aconteceu algo que mudo de Naim, agradável, para Mara , amargo (Rute 1.20).

O que eu quero dizer a você é que por pior que a situação esteja um encontro com Jesus pode mudar tudo. Mesmo que seja o pior momento de sua vida, Deus pode mudar toda a situação, pois para Ele não há impossíveis. As duas multidões agora unidas disseram: “...Deus visitou o seu povo.” (VS.16)

Tenha esperança, pois Jesus pode estar indo hoje ao seu encontro.


JM

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Não era uma manhã feliz

“Viu à beira do lago dois barcos, deixados ali pelos pescadores, que estavam lavando as suas redes. Lucas 5:2

Não era uma manhã feliz, com certeza era um amanhecer de muita frustração. Pescadores lavando suas redes. Estavam ali, na praia, totalmente expostos, lavando as suas redes, sem resultado algum de uma noite inteira de trabalho. Que lastima!

Existem pelo menos duas atividades que os resultados basicamente não dependem dos profissionais: a agricultura e a pesca. Tanto um quanto o outro dependem de outros fatores, não apenas do talento, experiência, ferramentas, investimento e etc.

Às vezes não adianta ter experiência, conhecimento, carisma, habilidade, nada disso. Pedro e seus amigos eram experientes pescadores, mas a experiência deles não fez com que os resultados viessem.

Você já se sentiu assim? Frustrado, envergonhado e sem esperança?

Muitas vezes acontecem coisas em nossa vida que nos deixam assim, fazemos o nosso melhor, damos tudo de nós, mas os resultados são uma rede suja e uma manhã triste. Eu em muitos momentos da minha vida me sinto assim, fico olhando tudo que já fiz, pensando o que eu poderia ter feito diferente. Olho para os resultados depois de uma “noite toda de trabalho” e percebo que não valeu à pena. Sinto-me assim hoje. 

Estou cansado de lavar redes, de passar “noites inteiras” trabalhando e não ter resultado algum.  
Mas foi exatamente naquele momento de frustração que o Senhor apareceu, os encontrou e os restaurou. Fez algo maior, os chamou para serem muito mais do que profissionais bem sucedidos, os chamou para serem pescadores de homens. Para fazerem parte do plano maravilhoso de Deus para a humanidade. Pegaram muitos peixes, mas diante do chamado de Deus, nada vale à pena, deixaram tudo lá mesmo na praia.

Eu estou convicto que apesar dos meus sentimentos os resultados estão nas mãos de Deus.  Eu quero que o Senhor me encontre hoje, para Ele o momento sempre é próprio.
Você também já experimentou sentimentos assim? Que o Senhor Jesus nos encontre, mesmo que seja “lavando as redes”.

JM

Se é o Senhor que está falando...

Lucas 5.4,5: “Tendo acabado de falar, disse a Simão: “Vá para onde as águas são mais fundas”, e a todos: “Lancem as redes para a pesca”. Simão respondeu: “Mestre, esforçamo-nos a noite inteira e não pegamos nada. Mas, porque és tu quem está dizendo isto, vou lançar as redes”.

Muitas vezes não compreendemos algumas coisas que o Senhor nos fala. Elas vão além da nossa cultura ou conhecimentos. Vamos pensar um pouco sobre isso.

Jesus diz aos pescadores: Façam algo totalmente diferente do que vocês tem costume, pesquem de dia e nas águas mais fundas. Naquele lago se pescava a noite e nas partes mais rasas, na margem.

Pedro diz: Senhor, nós fizemos o que estamos acostumados a fazer, fizemos o que sempre fizemos, trabalhamos como os nossos pais nos ensinaram, e mesmo assim não pegamos nada, mas se é o Senhor que está falando, eu vou obedecer, mesmo que não vá ao encontro da minha experiência com pesca.

Pedro foi, fez como o Senhor havia mandado. Deu certo, muito mais do que isso, foi a maior pesca de suas vidas!

Quando o Senhor fala podemos obedecer, mesmo que não estejamos compreendendo muito bem. Obedecer sem pedir explicações, como disse o pescador: Se é o Senhor que está falando eu faço...

Se o Senhor tem falado com você e você não tem entendido, obedeça incondicionalmente, pois Ele sabe o que está dizendo.

Obediência condicionada a explicações não é obediência.

Eu quero obedecer, mesmo que não compreenda muito bem.

E você?

JM

domingo, 3 de novembro de 2013

Ele escolheu um dos barcos...

Lucas 5.3: “Entrou num dos barcos, o que pertencia a Simão, e pediu-lhe que o afastasse um pouco da praia. Então sentou-se, e do barco ensinava o povo.”

Um dia Jesus precisava falar a uma multidão, Ele resolveu usar o recurso do vento para que sua voz fosse ouvida por todos falando de dentro do lago de Genesaré para a planície onde a multidão se encontrava.
Para tanto precisava de um barco, entre muitos ele escolheu o de Pedro, um pescador que estava por ali naquele dia. Era uma manhã muito triste para Pedro e sua equipe,  haviam passado a noite inteira pescando, mas não pegaram peixe algum. Naquela manhã eles lavavam as suas redes.

Havia muitos outros barcos ali, mas o Senhor escolheu o de Pedro. O Senhor Jesus mostra a sua soberania, escolhe o barco de Pedro entre muitos.  Todos os barcos eram iguais, mas Ele optou pelo de Pedro, mas poderia ser qualquer outro, pois o Senhor só precisava de um barco para servi-Lo.
Muitas vezes não entendemos porque Deus escolhe usar o outro e não a nós para determinado propósito. Não entendemos porque é a igreja tal que Deus está usando para fazer algo grandioso e não a minha. Por que é aquela família e não a minha que Deus está usando? Somo assim, não é? Não entendemos os desígnios de Deus, a Sua soberania é algo muito distante para nós.

Hoje em dia se ensina em algumas igrejas e denominações que o Senhor está sujeito às minhas nossas decisões, ensinam o que determinarmos Ele vai cumprir. Não é assim. Isto não é verdade, ele continua escolhendo o barco que Ele quer usar, os critérios são dEle.

Depois de falar a multidão o Senhor Jesus manda que os pescadores frustrados voltem a pesca. Não era a hora e nem a direção certa para uma nova tentativa, Pedro diz isso, ele disse: Pescamos a noite toda, que é a hora que se pesca por aqui, e também não é nas águas mais profundas, é na parte rasa, mas como é o Senhor que está falando vamos lá! O que aconteceu então? Aconteceu algo inesperado, a maior pesca da vida destes pescadores, de uma noite de frustração a uma manha de grande alegria.

Observe que só o barco de Pedro foi usado para falar a multidão, mas todos os outros foram convidados para participar da grande pesca, o texto diz que Pedro fez sinal para os demais, ele foram e os barcos quase afundaram de tanto peixe.

Então o que podemos fazer no caso de o nosso barco não ser escolhido?  Não fique triste, não é porque o seu barco é pior, os critérios são dEle. Espere o momento certo, seu barco vai ser muito útil. Você pode participar na hora do milagre, muitos peixes, então todos os barcos serão grandemente usados por Ele.

Se você acha que sua igreja, família, ministério ou dom não está sendo usado por Deus, não fique assim, no momento certo Ele vai usar você. Esteja disponível.

Que estejamos disponíveis e abertos a soberania do Senhor, só assim experimentaremos os milagres dEle.


JM